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Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização. Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada.
No espaço de um antigo café de bairro, o Baraa Kitchen serve cozinha síria feita sem atalhos. Conheceram-se no Boavista Social Club, de onde partiram à conquista de um novo bairro. O Arroz do Alfredo, o mais nutritivo dos pratos, é enriquecido com bochecha de porco e chouriço e pode ser servido em doses para duas, três ou quatro pessoas. O croquete é um deles, a desfazer-se na boca, feito com os ingredientes de um cozido à portuguesa tradicional.
- Bónus sem depósito, rodadas grátis, cashback e ofertas de boas-vindas — todos verificados e comparados pela equipa.
- Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado.
- A comida é muito deliciosa e servem quantidades generosas.
- António Bóia, chef executivo do Amorim Luxury Group, é um zelador da cozinha tradicional, ainda assim acrescentando à carta propostas internacionais.
Ainda na Invicta, o Porto Palácio Hotel explora aromas e sabores divinos num réveillon em honra de Baco, o deus do vinho. Os grandes vinhos são para grandes ocasiões, por isso, o Hotel Mercure Porto-Batalha apresenta uma combinação de sabores e aromas dos "Grandes Vinhos Mercure". O Hotel Burmester preparou um jantar com pratos tradicionais da região, em que não falta a bola de carne, a moira assada, a broa, polvo em vinho tinto, cabrito assado no forno… Há ainda promoções previstas para quem ficar instalado em qualquer uma das unidades. O chefe Philippe Peudenier seleccionou os melhores produtos da época para preparar o jantar de Fim de Ano do Restaurante Tavares, entrando num patamar de luxo e sofisticação, fazendo honra à casa fundada em 1784.
O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. Depois de ter conquistado Cascais, onde hoje é uma instituição, o Confraria estendeu a sua cozinha japonesa a Lisboa, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. Este restaurante é um tesouro escondido na Colina de Sant'Ana, talhado por uma equipa cheia de talento. Tanka Sapkota, chef e empresário nepalês por trás dos premiados Come Prima e Forno d’Oro, juntou-se ao irmão mais novo, Yogesh, e à cunhada para relançar a Casa Nepalesa com redobrada ambição. É a filha, Ana Fernandes, quem mantém vivo o restaurante, lugar de predilecção dos deputados da vizinha Assembleia da República.
UMA EXPERIÊNCIA GASTRONÔMICA
Um atendimento rápido e eficiente, mesmo em momentos de maior afluência, é uma mais-valia que solidifica a reputação do restaurante como um local de paragem obrigatória para quem visita a cidade e procura refeições deliciosas num ambiente cuidado. A sua localização no primeiro andar e as amplas janelas garantem não só uma excelente iluminação natural, mas também uma vista panorâmica sobre a praça, tornando a refeição numa experiência visualmente agradável. Nas sobremesas, a amêndoa, um produto característico da região, é a estrela, presente em criações como o bolo inglês e as queijadas. Inaugurado em outubro de 2018, este estabelecimento ocupa um edifício histórico, oferecendo uma sala de refeições envidraçada com vistas privilegiadas sobre o movimento da cidade. Encontra bons almoços, jantares, petiscos e refeições rápidas.
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Passando de 1.200 para aproximadamente duas mil refeições diárias, o Restaurante Universitário da UFRN inaugurou suas novas instalações nesta segunda-feira, 28, às 18h, com a presença do reitor Ivonildo Rêgo. Quando completar a prova dos 20 petiscos, esse passaporte pode ser depositado numa tômbola do “Petisq’Aqui”, em qualquer um dos aderentes. Não é preciso ter Passaporte para experimentar os petiscos dos 20 estabelecimentos aderentes à Rota do Petisco em Bragança, mas quem carimbar o passaporte em cada um dos estabelecimentos habilita-se a um voo de avião sobre Bragança. “Queremos aumentar o número de refeições bem como o número de restaurantes”.
Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso). O responsável por esse feito é João Frazão, que se apresentou publicamente como concorrente do Masterchef em 2022. O nome e a montra não ajudam, mas lá dentro serve-se provavelmente a melhor pasta honesta e barata da cidade. Mas eis que o legado continua com os adega sport bar empregados e a chef de sempre, Manuela Brandão.
A experiência ao almoço e ao jantar é diferente e também por isso os menus omakase são apenas servidos à noite, ao balcão. O chef, Petter Nyström, construiu uma experiência gastronómica centrada no sabor. O menu é curto e está afixado na porta – três entradas, cinco pratos, uma sobremesa e dois cocktails de assinatura a somar a uma carta de vinhos naturais e de baixa intervenção.
